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	<title>literatura em foco</title>
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	<description>revista literária on-line</description>
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		<title>pela noite&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 06:33:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>literatura em foco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[literatura brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[século xxi]]></category>

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		<description><![CDATA[Lauro Drummond alarmes de carros, grilos artificiais esperança artificial, dum dia melhor que virá virá? virá virá? Gostei Não gostei Related posts:Quem cochicha o rabo espicha, Numa noite As leis divinas!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong>Lauro Drummond</strong></p>
<p>alarmes de carros, grilos artificiais<br />
esperança artificial,<br />
dum<br />
dia<br />
melhor<br />
que<br />
virá<br />
virá?<br />
virá<br />
virá?</p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Impossível!</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 04:06:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>literatura em foco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[literatura portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[século XIX]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Cesário Verde Nós podemos viver alegremente, Sem que venham, com fórmulas legais, Unir as nossas mãos, eternamente, As mão sacerdotais. Eu posso ver os ombros teus desnudos, Palpá-los, contemplar-lhe a brancura, E até beijar teus olhos tão ramudos, Cor de azeitona escura. Eu posso, se quiser, cheio de manha, Sondar, quando vestida, p&#8217;ra dar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><a href="http://www.literaturaemfoco.com/wp-content/uploads/2009/11/baron_samedi_by_domigorgon.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1246" title="baron_samedi_by_domigorgon" src="http://www.literaturaemfoco.com/wp-content/uploads/2009/11/baron_samedi_by_domigorgon-173x300.jpg" alt="baron_samedi_by_domigorgon" width="173" height="300" /></a><strong>Por Cesário Verde </strong></p>
<p style="text-align: left;">Nós podemos viver alegremente,<br />
Sem que venham, com fórmulas legais,<br />
Unir as nossas mãos, eternamente,<br />
As mão sacerdotais.</p>
<p style="text-align: left;">Eu posso ver os ombros teus desnudos,<br />
Palpá-los, contemplar-lhe a brancura,<br />
E até beijar teus olhos tão ramudos,<br />
Cor de azeitona escura.</p>
<p style="text-align: left;">Eu posso, se quiser, cheio de manha,<br />
Sondar, quando vestida, p&#8217;ra dar fé.<br />
A tua camisinha de <em>bretanha</em>,<br />
Ornada de <em>crochet.</em></p>
<p style="text-align: left;">Posso sentir-te em fogo, escandescida,<br />
De faces cor-de-rosa e vermelhão,<br />
Junto a mim, com langor, entredormida,<br />
Nas noites de Verão.</p>
<p style="text-align: left;">Eu posso, com valor que nada teme,<br />
Contigo preparar lautos festins,<br />
E ajudar-te a fazer o <em>leite-creme</em>,<br />
E os mélicos pudins.</p>
<p style="text-align: left;">Eu tudo posso dar-te, tudo, tudo,<br />
Dar-te a vida; o calor, dar-te <em>cognac</em>,<br />
Hinos de amor, vestidos de veludo,<br />
E botas de duraque.</p>
<p style="text-align: left;">E até posso com ar de rei, que o sou!<br />
Dar-te cautelas brancas, minha rola,<br />
Da grande loteria que passou,<br />
Da boa, da espanhola,</p>
<p style="text-align: left;">Já vês, pois, que podemos viver juntos,<br />
Nos mesmos aposentos confortáveis,<br />
Comer dos mesmos bolos e presuntos,<br />
E rir dos miseráveis.</p>
<p style="text-align: left;">Nós podemos, nós dois, por nossa sina,<br />
Quando o Sol é mais rúbido e escarlate<br />
Beber na mesma chávena da China,<br />
O nosso chocolate.</p>
<p style="text-align: left;">E podemos até, noites amadas!<br />
Dormir juntos dum modo galhofeiro,<br />
Com as nossas cabeças repousadas,<br />
No mesmo travesseiro.</p>
<p style="text-align: left;">Posso ser teu amigo até à morte,<br />
Sumamente amigo! Mas por lei,<br />
Ligar a minha sorte à tura sorte,<br />
Eu nunca poderei!</p>
<p style="text-align: left;">Eu posso amar-te como o Dante amou,<br />
Seguir-te sempre como a luz ao raio,<br />
Mas ir, contigo, à Igreja, isso não vou,<br />
Lá nessa é que eu não caio!</p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Seda</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 04:06:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>literatura em foco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Felipe Crispi ﻿ Em 1861, na mesma época em que Flaubert escrevia Salommbô, um homem que comercializa ovos de bicho de seda para uma cidade francesa que subsiste a partir do comércio da seda é incumbido de se aventurar até o distante e exótico Japão para comprar ovos saudáveis enquanto os ovos de toda Europa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><a href="http://www.literaturaemfoco.com/wp-content/uploads/2010/09/roberto-carlos.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2530" title="roberto-carlos" src="http://www.literaturaemfoco.com/wp-content/uploads/2010/09/roberto-carlos-300x284.jpg" alt="" width="300" height="284" /></a><strong>Felipe Crispi</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>﻿</strong></p>
<p>Em 1861, na mesma época em que Flaubert escrevia Salommbô, um homem que comercializa ovos de bicho de seda para uma cidade francesa que subsiste a partir do comércio da seda é incumbido de se aventurar até o distante e exótico Japão para comprar ovos saudáveis enquanto os ovos de toda Europa e Oriente Médio estão sofrendo com uma praga.</p>
<p>Em “Seda” (Ed. Companhia das Letras, 2009) Alessandro Baricco conta a história de uma viagem a um país exótico e como isso afeta seu visitante. Conta a história da vida de um homem. E conta a historia de um romance.</p>
<p>Sua narrativa é rica e concisa e Baricco exprime em 120 páginas uma história bela, complexa e completa. Todo o texto é estruturado com ritmo, quase poético, que embala a leitura de forma agradável e pontua várias mudanças.</p>
<p>Baricco é também autor de “Sem Sangue” e “Essa História”.</p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Dom inútil&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 06:34:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>literatura em foco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[literatura russa]]></category>
		<category><![CDATA[romantismo russo]]></category>
		<category><![CDATA[século XIX]]></category>

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		<description><![CDATA[Aleksandr Púchkin &#8211; Trad. Boris Schnaiderman Dom inútil, dom fortuito, por que a vida me foi dada? E o destino, com que intuito a condena a um fim: o nada? Que poder hostil, do pó, suscitou minha alma ardente e lhe deu paixão, mas só duvidas à minha mente? Sigo a esmo de ermo peito, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><a href="http://www.literaturaemfoco.com/wp-content/uploads/2010/09/pushkin.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2527" title="pushkin" src="http://www.literaturaemfoco.com/wp-content/uploads/2010/09/pushkin-235x300.jpg" alt="" width="235" height="300" /></a><strong>Aleksandr Púchkin &#8211; Trad. Boris Schnaiderman</strong></p>
<p style="text-align: left;">Dom inútil, dom fortuito,<br />
por que a vida me foi dada?<br />
E o destino, com que intuito<br />
a condena a um fim: o nada?</p>
<p style="text-align: left;">Que poder hostil, do pó,<br />
suscitou minha alma ardente<br />
e lhe deu paixão, mas só<br />
duvidas à minha mente?</p>
<p style="text-align: left;">Sigo a esmo de ermo peito,<br />
mente ociosa e, sem saída,<br />
pesaroso, eu me sujeito<br />
ao maçante som da vida.</p>
</p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Um estudo em vermelho</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 03:50:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>literatura em foco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[literatura inglesa]]></category>
		<category><![CDATA[romances]]></category>
		<category><![CDATA[século XIX]]></category>
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		<description><![CDATA[Felipe Crispi Um recém reformado médico de guerra se instala em um apartamento na cidade de Londres na companhia de um excêntrico cavalheiro indicado por um amigo dividindo as despesas de modo a economizar dinheiro. Seu companheiro se mostra bastante misterioso e curioso até que dois oficiais da Scotland Yard bate a sua porta a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><a href="http://www.literaturaemfoco.com/wp-content/uploads/2010/09/sherlock-holmes.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2523" title="sherlock-holmes" src="http://www.literaturaemfoco.com/wp-content/uploads/2010/09/sherlock-holmes-300x194.jpg" alt="" width="300" height="194" /></a><strong>Felipe Crispi</strong></p>
<p>Um recém reformado médico de guerra se instala em um apartamento na cidade de Londres na companhia de um excêntrico cavalheiro indicado por um amigo dividindo as despesas de modo a economizar dinheiro. Seu companheiro se mostra bastante misterioso e curioso até que dois oficiais da Scotland Yard bate a sua porta a procura do auxilio de seu companheiro para desvendar um crime aparentemente insolúvel.</p>
<p>Em “Um estudo em Vermelho” (Ed. Jorge Zahar, 2009) Arthur Conan Doyle narra o primeiro romance de Sherlock Holmes. Quando Watson e Holmes se conhecem e o primeiro caso em que trabalham juntos. A trama cria um padrão que está presente em toda obra envolvendo Holmes, onde a lógica e o método cientifico é aplicado na resolução de casos criminalísticos de forma vanguardista prenunciando uma época bem posterior, como muitos investigadores contemporâneos citam em “Não existe crime perfeito”.</p>
<p>Essa edição faz parte de uma reunião definitiva da editora Jorge zahar sobre Sherlock Holmes e é ilustrada e comentada. OS comentários inundam o texto, saciando os mais curiosos e sendo em sua maioria enfadonhos para o leitor não tão curioso com as observações e notas do uso dos chapéus, cigarros e tantos outros assuntos triviais sobre a época. Essas notas podem ser ignoradas a maior parte das vezes.</p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Citações literárias: Balzac</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 19:56:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>literatura em foco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citações literárias]]></category>
		<category><![CDATA[balzac]]></category>
		<category><![CDATA[literatura francesa]]></category>
		<category><![CDATA[século XIX]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Laís Azevedo Atualmente, estou lendo A pele de onagro do célebre escritor frances Honoré de Balzac. Durante a leitura, tenho encontrado diálogos interessantes. Sendo assim, partindo da ideia de que a categoria &#8220;Citações literárias&#8221; é, segundo as estatística do site, uma das mais visitadas, coloco aqui algumas passagens do livro. Citações balzaquianas: &#8220;A liberdade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><a href="http://www.literaturaemfoco.com/wp-content/uploads/2010/03/Dead_Tree_by_aNgr.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1799" title="Dead_Tree_by_aNgr" src="http://www.literaturaemfoco.com/wp-content/uploads/2010/03/Dead_Tree_by_aNgr-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><strong>Por Laís Azevedo</strong></p>
<p style="text-align: left;">Atualmente, estou lendo <em>A pele de onagro</em> do célebre escritor frances Honoré de Balzac. Durante a leitura, tenho encontrado diálogos interessantes. Sendo assim, partindo da ideia de que a categoria &#8220;Citações literárias&#8221; é, segundo as estatística do site, uma das mais visitadas, coloco aqui algumas passagens do livro.</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><strong>Citações balzaquianas:</strong></p>
<p style="text-align: left;">&#8220;A liberdade gera a anarquia, a anarquia leva ao despotismo e o despotismo reconduz à liberdade. Milhões de indivíduos pereceram sem terem podido fazer triunfar nenhum desses sistemas. Não é o círculo vicioso em que sempre há de girar o mundo moral? Quando o homem acredita ter-se aperfeiçoado, ele apenas mudou as coisas de lugar&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Ah! a glória, triste gênero alimentício. Custa caro e não se conserva. Não seria ela o egoísmo dos grandes homens, como a felicidade é o dos tolos?&#8221;</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;— Atenção, senhores! <em>Maneira de matar um tio.</em> Silêncio! (Atenção! Atenção!) Primeiro, tenham um tio corpulento e gordo, septuagenário pelo menos: são os melhores tios. (Sensação.) Façam-no comer, por um pretexto qualquer, patê de fígado de ganso&#8230;<br />
— Mas meu tio é um homem seco, avarento e sóbrio!<br />
— Ah! esses tios são monstros que abusam da vida.<br />
— Anuciem-lhe, durante a digestão, a falência de seu banquerio.<br />
— E se ele resistir?<br />
— Enviem-lhe uma bela garota!<br />
— E se ele for&#8230; disse o outro, fazendo um gesto negativo.<br />
— Então não é um tio, os tios são essencialmente pândegos.&#8221;</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Será culpa minha se o catolicismo consegue pôr um milhão de deuses num saco de farinha, se a república sempre acaba em algum Napoleão, se a realeza se acha entre o assassinato de Henrique IV e o julgamento de Luís XVI, se o liberalismo transforma-se em La Fayette?&#8221;</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Kant? É mais um balão lançado para divertir os tolos, meu senhor. O materialismo e o espiritualismo são duas belas raquetes com que charlatães de beca fazem a bola ir de um lado a outro. Que Deus esteja em tudo, segundo Espinosa, ou que tudo venha de Deus, segundo São Paulo&#8230; Imbecis! Abrir ou fechar uma porta não é o mesmo movimento? O ovo vem da galinha ou a galinha do ovo? Eis aí toda a ciência&#8221;.</p>
<p style="text-align: left;">
</p>
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<li><a href='http://www.literaturaemfoco.com/?p=1854' rel='bookmark' title='Permanent Link: Citações literárias: Balzac — Vautrin'>Citações literárias: Balzac — Vautrin</a></li>
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		<title>Quem cochicha o rabo espicha,</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 19:56:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[literatura brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[nanocontos]]></category>
		<category><![CDATA[século xxi]]></category>

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		<description><![CDATA[ele falou, antes de enfiar um cabo de vassoura no cu do cagueta! Lauro Drummond. Gostei Não gostei Related posts:Quem não tem cu não faz trato com pica quer provar um pouco de cu? Numa noite]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ele falou, antes de enfiar um cabo de vassoura no cu do cagueta!</p>
<p>Lauro Drummond.</p>
<div class='wp_likes' id='wp_likes_post-2519'><a class='like' href="javascript:wp_likes.like(2519);" title='' ><img src="http://www.literaturaemfoco.com/wp-content/plugins/wp-likes/images/like.png" alt='' border='0'/>Gostei</a><span class='text'></span>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Do meu diálogo com a morte</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 23:02:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>literatura em foco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[literatura brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Mali Que a morte me traga consigo no seu bolso e que no avesso do meu osso eu descubra que nada da vida foi em vão E que a trilha se perpetue no caminho de um andarilho bem mesquinho que só pensa em juntar pão E que da silepse que me busco do contorno [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><a href="http://www.literaturaemfoco.com/wp-content/uploads/2009/09/dead_man1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-856" title="dead_man1" src="http://www.literaturaemfoco.com/wp-content/uploads/2009/09/dead_man1-300x228.jpg" alt="dead_man1" width="300" height="228" /></a><strong>Por Mali</strong></p>
<p style="text-align: left;"><span style="color: #000000;">Que </span>a morte<span style="color: #000000;"> me traga consigo no seu bolso<br />
e que no avesso do meu osso<br />
eu descubra que nada da vida foi em vão</p>
<p>E que a trilha se perpetue no caminho<br />
de um andarilho bem mesquinho<br />
que só pensa em juntar pão</p>
<p>E que da silepse que me busco<br />
do contorno que ilustro<br />
da sina que jaz no chão</p>
<p>da fonte que não se mantém<br />
do intruso que vem do além<br />
do pó, das cinzas e do caixão</p>
<p>— </span>Morte<span style="color: #000000;">, que traz consigo para dar a mim?<br />
— Nada que você deva temer<br />
— Algo que eu deva agradecer?<br />
— Só se isso te machucar.</p>
<p>E do prisma que atinjo<br />
que de vermelho me pinto<br />
Em cristais de sofreguidão</p>
<p>E do aparelho bucal<br />
aparência mais frugal<br />
Do mais veloz alazão</p>
<p>— </span>Morte,<span style="color: #000000;"> por que ainda não me levou?<br />
— Você não merece morrer. Minha lança é um prêmio só para aqueles que descobrem sentido de viver.<br />
— Mas, </span>Morte<span style="color: #000000;">, se eu descobrir não vou querer mais morrer.<br />
— Eu sei.<br />
&#8211; Posso argumentar?<br />
&#8211; Você pode tentar<br />
&#8211; Talvez eu possa&#8230; *choro*</p>
<p>Da música que não escutei<br />
Do cálice que eu quebrei<br />
Do café moído no pilão</p>
<p>Do poço em que me afundo<br />
de morrer faço meu submundo<br />
E de viver meu cão</span></p>
<div class='wp_likes' id='wp_likes_post-855'><a class='like' href="javascript:wp_likes.like(855);" title='' ><img src="http://www.literaturaemfoco.com/wp-content/plugins/wp-likes/images/like.png" alt='' border='0'/>Gostei</a><span class='text'></span>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>O marcador de página &#8211; Sigismund Krzyzanowski</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 23:02:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>literatura em foco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novelas]]></category>

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		<description><![CDATA[Sigismund Kryzanowski, o nome polonês, porém pertence a um escritor russo, pouco conhecido, porém com um talento enorme. Publicado pela Editora 34, na tradução de M. Aparecida B. P. Soares, O marcador de página faz parte da chamada Coleção Leste, cujo intuito, como já foi dito em outra resenha neste site, é o de lançar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-102" title="74446" src="http://www.literaturaemfoco.com/wp-content/uploads/2009/05/74446.jpg" alt="74446" width="150" height="200" />Sigismund Kryzanowski, o nome polonês, porém pertence a um escritor russo, pouco conhecido, porém com um talento enorme. Publicado pela Editora 34, na tradução de M. Aparecida B. P. Soares, <em>O marcador de página</em> faz parte da chamada Coleção Leste, cujo intuito, como já foi dito em outra resenha neste site, é o de lançar nas terras brasileiras obras da chamada Europa-Centro-Oriental. Infelizmente o livro encontra-se esgotado há bastante tempo. Entretanto, é possível encontrar em alguns sebos. Por sorte, eu achei um exemplar novo numa das livrarias de Belo Horizonte. <span id="more-101"></span>O marcador de página, que conta com seis novelas escritas durante a década de 1920, apresenta-nos narrativas calcadas num realismo fantástico construído de maneira fascinante.</p>
<p>Na primeira história a personagem-central Sutúlin, habitante de um quarto de oito metros quadrados, recebe numa noite a visita de um homem que lhe apresenta um produto formidável, o quadraturin, cujo conteúdo está numa bisnaga. O misterioso sujeito não cobra nada do protagonista pela mercadoria, apenas explica-lhe que o quadraturin possuí a capacidade de aumentar o tamanho do pequeno aposento com apenas algumas aplicações. O produto realmente funciona, o quarto de Sutúlin expande-se, mas é nesse ínterim que as complicações na vida do rapaz começam a ocorrer.</p>
<p>&#8220;O marcador de página&#8221;, novela que dá nome também a obra, traz a inusitada história de um homem que conhece um escritor ávido por transformar qualquer coisa em um tema para contos. Sendo assim, dentro da narrativas desenrolam-se outros histórias menores, no qual o fantástico também está presente.</p>
<p>&#8220;O carvão amarelo&#8221; traz à tona o problema da aquisição de energia para mover máquinas, automóveis e outros equipamentos; empecilho esse que ocorre num futuro não datado pelo narrador. A solução encontrada pelos estudiosos, seria o de usar o ódio sentido pelos humanos como fonte de energia. A história faz uma excelente crítica ao comportamento da sociedade como um todo. Juntamente com &#8220;Quadriturin&#8221;, ela pode ser considerada uma das melhores das novelas do livro.</p>
<p>Na quarta novela, &#8220;A décima terceira categoria da razão&#8221;, que faz alusão a filosofia kantiana, o leitor conhece a história de um homem que encontra um cidadão morto, que como qualquer corpo nesse estado está enrijecido e se decompondo. Porém, continua falando normalmente e andando pela cidade.</p>
<p>&#8220;Dentro da pupila&#8221;, talvez a novela mais complexa do O marcador de página, traz o inusitado fato dum personagem que vi a si mesmo, em forma duma miniatura, dentro da pupila de sua amada. Impressionado com essa situação, num certo dia ele encontra o homenzinho que lhe revela como foi parar dentro dos olhos da mulher.</p>
<p>A última narrativa, &#8220;O cotovelo que não foi mordido&#8221;, a mais cômica de todas, apresenta uma personagem, descoberta por um jornal, que tenta a todo custo morder o próprio cotovelo. O que começa como uma notícia num canto da página no jornal, acaba transformando-se numa febre nacional. Teorias metafísicas, duma personagem, um filósofo chamado Kint &#8211; outra alusão ao poeta alemão &#8211; tenta explicar o ocorrido, diz que seu estudo comprova que o homem que tenta morder o cotovelo jamais conseguirá atingir tal feito. Doutro lado, surgem os que acreditam no desafio da estranha personagem. A mania de tentar morder o cotovelo espalha-se em diversos âmbitos da sociedade, inclusive da moda, onde diferentes tipos de indumentária são criadas para homenagear tamanho desafio.</p>
<p>As novelas contidas em <em>O marcador de página</em> demonstram que a literatura russa é uma das mais interessantes do mundo. O livro merece ser lido, relido e apreciado diversas vezes.</p>
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		<title>Cartão postal</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 23:02:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>literatura em foco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[modernismo]]></category>
		<category><![CDATA[século XX]]></category>

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		<description><![CDATA[Domingo no jardim público pensativo. Consciências corando ao sol nos bancos, bebês arquivados em carrinhos alemães esperam pacientemente o dia em que poderão ler o Guarani. Passam braços e seios com um jeitão que se Lenine visse não fazia o Soviete. Marinheiros americanos bêbedos fazem pipi na estátua de Barroso, portugueses de bigode e corrente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Domingo no jardim público pensativo.<br />
Consciências corando ao sol nos bancos,<br />
bebês arquivados em carrinhos alemães<br />
esperam pacientemente o dia em que poderão ler o Guarani.</p>
<p>Passam braços e seios com um jeitão<br />
que se Lenine visse não fazia o Soviete.<br />
Marinheiros americanos bêbedos<br />
fazem pipi na estátua de Barroso,<br />
portugueses de bigode e corrente de relógio<br />
abocanham mulatas.</p>
<p>O sol afunda-se no ocaso<br />
como a cabeça daquela menina sardenta<br />
na almofada de ramagens bordadas por Dona Cocota Pereira.</p>
<p>Murilo Mendes</p>
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<div class='unlike'><a href="javascript:wp_likes.unlike(2518);">Não gostei</a></div>
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