O livro mais recente de Neil Gaiman, The Graveyard Book, publicado no exterior, ainda não chegou traduzido em nossas livrarias. Entretanto, a obra parece ser bem bacana, trazemos para você uma resenha breve resenha. Esperamos que o novo trabalho do escritor norte-americano, logo logo, ganhe sua versão em português.
Em The Graveyard Book (no português: O livro do cemitério) Neil Gaiman criou uma encantadora alegoria sobre a infância. Embora o livro se abra com uma assustadora cena — uma família é assassinada por um homem chamado Jack — a história rapidamente toma outra direção e foca-se mais numa narrativa como uma abordagem infantil. O único sobrevivente do ataque — uma criança de 1 ano e oito meses — escapa de seu berço e de sua casa, e engatinha até as proximidades dum cemitério.
Os fantasmas, do mórbido lugar, reconhecendo rapidamente que o pequeno é um orfão, resolvem adotá-lo, e, sendo assim, o nomeiam de Nobody (“Bod”), permitindo-lhe, dessa maneira, que ele more em seus túmulos. Tomando como inspiração The Jungle Book, de Kipling, Gaiman descreve os passos da criança entre as sepulturas. O garoto suscita uma série de questões, ao mesmo tempo que aprende as artimanhas dos vivos e dos mortos. Como num episódio dum seriado, a história narra o crescimento de Bod até os dez anos, onde ele aprende lições de vida em meio a fantasmas, bruxas e intermitentes intrusos humanos.
O Pálido guarda noturno Silas assegura que Bod receba comida, livros e qualquer coisa a mais que ele possa precisar do mundo dos vivos. Toda vez que o garoto vagueia em sua costumeira brincadeira entre os túmulos, ele encontra novos perigos, aprende suas limitações e seus pontos fortes, adquire também perícias necessárias para sobreviver com os confinados no cemitério e no extenso mundo daqueles que respiram.
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Mal posso esperar pra ser lançado aqui! Pagarei o preço que for (e garanto que não será menos de R$ 50).
Boa postagem, mas é preciso dizer que Neil Gaiman não é norte-americano; nasceu em Portchester, Inglaterra, em 1960. E além disso, dizer que alguém é norte-americano não diz de qual país a pessoa é, pois America do Norte abarca dois países: Estados Unidos (O estranho País Sem Nome!) e Canadá. Se a pessoa for do Canadá, é canadense; se for dos Estados Unidos, é estadunidense – alguns acham estranho, mas é mesmo o termo correto.
Até!
esqueceu que america do norte inclui o mexico tb , nao e so EUA e Canadá nao ta!