Com o baú em mãos ganhei a saída de minha casa.
Comecei a caminhar em direcção a Lisboa. Era noite. Valia-me somente duma tocha que arranquei da entrada de minha residência. Eu não era uma camponesa e nem uma operária da cidade; enfim, não estava acostumada com semelhante esforço físico. Não resisti, caí no meio da estrada.
Quando dei por mim, uma carruagem parou ao meu lado. Vi um homem, de meia-idade, com um fato elegante, descer. Ele aproximou-se de mim e perguntou:
— Foste roubada, donzela?
Contei que havia fugido dum casamento infeliz. Omiti a história de meu pérfido tio, visto que eu não tinha provas. O bom homem, cujo nome era Herculano, acreditou e disse-me que me levaria até Lisboa. Arrumar-me-ia uma colocação numa casa, como aprendiz; aceitei.
A carruagem parou defronte à uma casa. Ele mo deu o braço, descemos e estacamos em frente a uma porta. Com três toques duma bengala, que ele segurava nas mãos, avisamos nossa presença.
— Herculano! — disse uma senhora trajada com roupas de dormir.
Deveria ter 50 anos, no máximo. Parecia ter sido bela, quando jovem. Agora, porém, já não impressionaria mais ninguém do sexo oposto. O olhar austero que ela lançou-me, de início, incomodou-me.
— Trouxe-te uma pequena, Lúcia. Ela está cansada.
Ele contou minha história e disse que eu poderia ser uma aprendiz.
Ela sorriu. Fui levada para dentro da casa. O cansaço naquela hora não deixou reparar nos detalhes do aposento onde dormi.
Acordei ao som dum barulho que misturava vozes, cantos, risadas e palavreados usado em jogos de dados. Mal abrira os olhos, Lúcia estava ao meu lado. Usava uma maquiagem que lha rejuvenescia.
— Tire a roupa! — ela ordenou.
Assustada, cumpri a ordem. Ela agarrou-me pelo braço com toda força e me fez descer até a sala. O local estava repleto de mesas, homens e mulheres nuas. Ao me verem, quedaram-se calados. Fui colocada em cima duma mesa. Lúcia mandou-me abrir as pernas. Todos observavam meu corpo; ávidos por prazer, eles penetravam minha vágina, meu ânus e minha boca, somente, com seus olhares.
— Bem, senhores — bradou Lúcia — eis aqui uma virgem. Vejam como é bela, dir-se-ia um exemplar raro. Provavelmente, nunca viu um pau rígido e nem nunca lha tocaram a boceta. Os senhores sabem as regras, quem der mais, explorará essa caverna intocada — ela disse — colocando seus dois dedos na entrada de minha vagina. Em seguida, abriu os lábios rosados de meu órgão e perguntou: e então, honrados senhores?
Os lances foram altos, houve um empate entre dois rapazes.
— Levar-nos-á à bancarrota, Pedro, façamos um acordo — disse um deles que usava uma cartola. Era belo e forte.
— Queres ter essa boceta somente para ti, Jorge? — falou Rafael que parecia ser mais velho. Não era belo, porém tinha uma certa elegância.
— Não se trata disso. Se disputarmos essa aprendiz de meretriz, tu bem sabes que sairemos falidos. Assim, proponho que nos dois deitemo-nos com ela. Tiremos nos dados quem se ocupará primeiro da boceta.
— Seja feita vossa vontade, meu nobre amigo
Jorge ganhou o direito de me deflorar. Levaram-me para um quarto, cujas paredes, lençóis e mobílias eram totalmente brancas. Na hora pensei que deveria ter trilhado o caminho do vício, pois só os maus, os pérfidos, as criaturas mais vis triunfam neste mundo. O que eu fizera para merecer sentença tão pesada? Por acaso, teria eu sido como Napoleão, que como a peste, ceifara milhares de vidas? Meu crime era apenas um: a virtude.
Jogaram-me em cima da cama. Colocaram-me de joelhos. Ambos, nus, ajoelharam-se ao meu lado, cada um um sugava meu seio, eu sentia quatro mãos percorrendo meu corpo. Pedro deitou-me, abriu minhas pernas e introduziu devagar a língua em minha vagina, dando mordiscadas em meu clitóris, que como um pau, estava saliente e em riste. Jorge puxou meu cabelos e mo fez sugar o membro rígido e grosso. Senti o pênis dele invadindo minha boca, tentei desvencilhar-me, mas quanto mais tentava, mais eu engolia aquele pau e mais eu lhe dava prazer. Senti que ele iria jorrar o sémen a qualquer momento.
— Não posso gozar agora — Jorge gritou — Coloque-a em cima de mim. Eu irei pela frente e tu irás por trás, Pedro. Iremos invadi-la ao mesmo tempo.
Jorge deitou-se. Pedro pegou-me, levantou-me e levou minhas nádegas à direcção da boca de Jorge, que rapidamente introduziu a língua em meu ânus. Lambia de maneira rápida, enquanto Pedro, fortemente, segurava-me no ar. Após lambuzar todo meu cu com saliva, fui colocada em cima do pau de Jorge. Meu rosto ficou de frente para ele. Pedro tinha a disposição meu ânus.
Jorge esfregava o pau nos lábios de minha boceta. Pedro fazia o mesmo movimento com seu pênis, porém usava meu ânus. Eu estava prestes a ser invadida por dois mastros.
— Vamos logo com isso, Jorge — disse Pedro — quero ver minha porra escorrendo do lindo cuzinho rosa dessa meretriz.
— Não façam isso — implorei com o rosto coberto de lágrimas.
O choro, a dor e o defloramento despertavam naqueles dois cruéis animais um prazer descomunal.
Jorge começou colocando a cabeça do pau na entrada de minha boceta, porém sentiu a barreira de minha vagina virgem. Rafael lambia meu ânus, mas quando viu Jorge começar a cópula, rapidamente colocou o pênis na entrada de meu cu e começou a empurrar. Os dois tentavam controlar os centímetros que seus pênis iam avançando, paulatinamente, dentro de minha boceta e de meu cu.
Empurram, senti uma forte dor, o sangue verteu-se no alvo lençol. Começaram a penetrar mais forte. Queriam lançar o sémen ao mesmo tempo. Olhei para baixo, vi o pênis de Jorge pintado com rubro sangue. Os dois gritaram. Senti um calor inundando meus dois orifícios e o sémen daqueles dois vis homens invadindo-me.
Deitaram-se estafados, ficaram a admirar o sangue e o sémen que saia de minha vagina. Pareciam ter guardado aquele líquido por dias.
Humilhada, adormeci entre aqueles dois criminosos. Havia sido desonrada.
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ate agora, está muito bem escrita. Só não entendo essa ortografia estranha.
Belo , poético e erótico!!!! combinação perfeita da vida!!!! Parabéns!!!