A Condessa V* – sexo entre irmãos – novela/conto erótica/pornográfica – Cap. II

 

Alice Dias

Leiam também o primeiro capítulo!

De Camila para Condessa V*

03 de fevereiro de 1873

Cara Condessa V*, teu ouro derramou uma dose de vida à minha pena que parece, agora, estar mais rápida do que nunca. Minhas palavras deslizam, docemente, sobre o papel. Porém, doce não será a história que lerás, doravante. Tu, talvez, não imaginaste que um pai e dois irmãos pudessem roubar a inocência duma pobre donzela. A crueldade humana, como viste, é sem limites; ela atinge a todos, sem perdão. Creio, nobre Condessa, que não me pagaste para ouvir minha reles filosofia plebeia, mas sim para ouvir minhas aventuras sexuais. Ei-las!

Depois de foderem minha boceta e meu cu, meus irmãos e meu pai, arautos do incesto português, levaram-me à casa de banho. Enquanto retirava o sémen dos três sátiros de meu corpo, Carlos e papai masturbavam-se a olhar o sabão que escorria pelos louros pelos de minha gruta.

Em poucos minutos, Carlos lançou seu sémen à terra, quando me viu tocar com os dedos meu monte vênus. Papai controlou-se, olhou para os dois e disse:

— Chega! Levem-na para o quarto e tranquem-na! Amanhã, traremos mais três meretrizes para a nossa festa.

Olhando pra mim, com um leve sorriso disse:

— E tu serás a rainha, minha querida filha! A rainha da putaria!

Sozinha, adormeci.

Acordei com o barulho da porta sendo empurrada. Era Ivan.

— O que queres?

— Peço-te perdão, irmã. Errei. Eu estava possuído pelo demônio. Perdoe-me!…

— Sim —, respondi.

Levei à mão ao pau de Ivan, dei-lhe um beijo profundo. Minha língua buscou a dele, vorazmente. Assustado, desvencilhou-se.

— Que fazes, Camila? Sinto-me impuro, não vês? Não devíamos…

Outro beijo, mais quente que dantes. Ivan não resistiu, buscou meus seios que estavam cobertos por uma fina camisola de chita. Ao sentir os  meus mamilos rijos, Ivan rasgou meu vestido, como se estivesse rasgando uma folha de papel. Empurrou-me para a cama, abriu minhas pernas e abocanhou minha boceta, que apesar de machucada pela recente invasão, mostrava sinais avançados de excitação; escorria! A língua de meu irmão passeava por toda região de minha vagina. Queria gritar de prazer, mas não podia. Ivan despiu-se, completamente. Avancei em direção ao pau de meu irmão, suguei-o, senti o mastro em minha garganta. Ele puxava minha cabeça, movimentava-se como se estivesse estocando minha boceta. Explodiu! A porra inundou minha boca. Não quis lho dar tempo. Senti seu pau endurecendo em meus lábios, alguns minutos depois. Ouvimos um barulho. Ele levantou-se, rapidamente, foi ate a porta; com certeza pensou que fosse nosso pai.

Vi, perto de suas roupas, um punhal; sorri. Peguei a lâmina, enquanto Ivan investigava a porta.

— Não é nada! Não é nada, irmãzinha! Ah Camila! Tu tens a boceta mais doce de toda Lisboa! Incesto?! Invenções! Amo minha irmã, gosto de fode-la! Há alguma problema nisto? Não, não há. Que tolo fui! Um pecador, eu? Não, não, apenas um homem que não segue as tolas convenções da sociedade. Quero desfrutar de tua vagina, dos teus seios, do teu cu, até o findar dos meus dias, bela Camila, bela Camila!

Deu-me um tapa no rosto, colocou-me de bruços, abriu minhas nádegas, introduziu um dos dedos no meu cu, depois dois, cuspiu, o membro veio, em seguida, desbravando meu cuzinho recém deflorado. Puxou meus cabelos, fazia movimentos rápidos, enquanto me penetrava.

— Foder o cu de minha irmã! Ah! Não há nada! Não há nada mais belo que isto! Ah Camila! Teu cu gostas de meu pau, não vês? Prefiro teu cu, linda irmãzinha! Vejas como meu mastro encaixa-se, perfeitamente, em teu cuzinho…

— Gostas, irmãozinho? Gostas?

— Sim! Sim! Não gosto, amo, adoro, venero!

— Deixe-me, então, dar-te algo mais gostoso. Mas antes, mexa-se mais rápido, derrama tua semente em meu cu. Anda!

Ao ouvir minhas palavras, a libido de Ivan chegou aos céus. Sentia o pau de meu irmão inchar em meu cuzinho, o gozo estava vindo, ele arfava. As bolas de seu saco que iam d’encontro às minhas pernas quase também invadiam meu pequeno orifício. Um estupro incestuoso? Não, desta vez não. Eu quis.

Quando senti que Ivan aumentava a velocidade das estocada e que seu gozo era iminente, manejei com destreza o punhal, tirei Ivan de cima de mim. O pau de meu irmão jorrava sémen, quando penetrei a lamina fria em seu peito. Uma, duas, três, quatro, cinco, seis perfurações. O sangue e a porra saindo daquele fraterno corpo infame!, que visão esplendida. Ceifei a vida de meu irmão como ele findara minha inocência.

Vesti a roupa de Ivan, éramos quase da mesma altura. A indumentária de meu irmão ficou folgada. Todavia, eu não poderia partir para o centro de Lisboa com trajes de donzela, eu seria alvo fácil para bandidos e violadores.

Tornei-me, então, Camilo, cara Condessa V*. Naquela mesma noite fugi de casa. Perdi o mundo, pois ganhá-lo era-me impossível, como tu verás.

Condessa V*, a noite está morrendo… O sol já invade a janela…

Aguardo tua contribuição, pois o tinteiro secou, a tinta esvaiu-se como o sémen e o sangue de Ivan. Estou seca. Mais ouro, cara Condessa V*! Mais ouro!

De tua serva fiel,

Camila Bragança de Almeida.

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